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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como produzir conteúdo matador!

Voltei! E esse é o postl #6 do nosso curso de marketing de conteúdo. Hoje, vamos falar sobre como produzir conteúdo matador para sua empresa e assim conseguir mover seus potenciais clientes ao longo do funil! Por isso, separei algumas dicas, mas também um material bem completo sobre como produzir materiais de qualidade. Vamos às dicas:
1. Para conhecer seu público: 
  • Analise o que está sendo procurado na Internet: através de ferramentas como o Google Keyword Tool (grátis) ou o SEMrush (pago), é possível ver o que está sendo buscado na Internet e se ter uma ideia do que interessa seu público.
  • Leia o que eles leem: os leitores que você está buscando provavelmente já consomem conteúdo em algum outro lugar. Descubra e acompanhe quais são seus “concorrentes”, descubra o que é o mais atraente no trabalho deles e use isso a seu favor. Em marketing isso é chamado de benchmarking! 
  • Acompanhe suas próprias métricas: se você já está gerando conteúdo meça religiosamente tudo que necessita ser medido e use esses dados como base para gerar novas ideias de artigos e melhorar seus artigos atuais.
2. Para atrair o interesse do leitor
  • Use adjetivos fenomenais: Eles fazem com que o texto pareça intrigante e incentiva o leitor a clicar para conseguir descobrir o que é será essa novidade. Imagine palavras como: “controverso”, “fenomenal”, “chocante”, “impressionante”.
    Exemplo: "Descubra uma maneira chocante de fazer com que as pessoas leiam seus artigos! "
  • Desperte a curiosidade: Criar um suspense em seu título é uma maneira interessante de chamar a atenção do leitor para que ele venha a acessar seu texto. O segredo é conseguir fornecer informações o suficientes para chamar a atenção, mas não o suficiente para entregar todo o conteúdo no título e evitar que o leitor clique.
    Exemplo: “Você não irá acreditar nos título que conseguirá escrever com essa nova técnica”
  • Crie senso de urgência: Para fazer com que o leitor se sinta mais inclinado a clicar naquele momento, você tem que apelar para a urgência, oferecendo um benefício que é mais valioso o quanto antes ele for conhecido.
    Exemplo: “Pare de perder visitas com essas 5 dicas para escrever títulos matadores”. Este título passa a ideia de que a cada minuto em que o leitor não usar as 5 dicas, estará perdendo visitas, gerando, assim, um sentimento de urgência.
Estas foram algumas dicas legais para você conseguir produzir conteúdo matador. No dever de casa, você encontrará muito conhecimento, mas ele também vai demandar bastante do seu tempo! 
DEVER DE CASA: 
Hoje, o trabalho é mais complexo. Você vai produzir um artigo usando algumas das dicas acima.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Como utilizar conteúdo ao longo do seu funil de vendas?

Olá amigos, este é o postl #5 do nosso curso de marketing de conteúdo. Ontem falamos dos diversos tipos de conteúdo existentes. Hoje, vamos falar sobre como utilizar este conteúdo para tornar seu processo de vendas mais eficiente e assim reduzir o trabalho que seu time comercial tem no dia a dia da empresa. Veja a imagem abaixo:
Este é o funil de vendas da sua empresa. Nos primeiros estágios, o cliente ainda tem dúvidas e ainda não despertou seu interesse pelo seu produto serviço. Hoje, cada vez mais o marketing de conteúdo permite que o time de vendas possa ser ativado mais abaixo no funil, tornando o processo comercial mais automatizado, barato e eficiente. O papel do conteúdo é de ajudar a mover seu time cada vez mais abaixo no funil. Então, vamos dissecar as diferentes etapas do funil comercial.
Topo do funil:
No topo do seu funil comercial, o potencial cliente ainda não está no processo de busca de soluções para nenhum problema, ou seja, ainda está longe de se tornar um cliente. O objetivo do topo do funil é atrair a atenção para a descoberta do problema e levar o público para dentro do processo de venda. O conteúdo para topo de funil deve levar em conta que o leitor não possui nenhum relacionamento com sua marca, logo deve ser um conteúdo de acesso amplo (exemplo: blog posts) que irá ajudar o possível cliente entender que o problema existe e que existem soluções.
Meio de funil:
O meio do funil é o momento em que um potencial cliente já reconhece seu problema e passa a possuir uma necessidade/problema e estão procurando por soluções. Nesse momento já é possível criar uma barreira maior para o consumo do conteúdo, como um formulário  que peça nome, empresa, cargo, entre outros para já ter mais informações sobre seu prospecto comercial. 
Fundo de funil:
A parte inferior do funil é onde a mágica acontece! Nesse ponto o lead já está considerando adquirir seu produto ou serviço e está atrás de informações que irão ajudá-lo a tomar essa decisão. Dependendo do seu mercado, do valor do seu produto ou do tipo de serviço que você oferece, o time de vendas pode ou não participar ativamente dessa etapa. Materiais de fundo de funil ainda devem ser informativos, mas já são abertamente focados na sua empresa ou produto, de maneira a tornar o público mais confiante de que a solução que você tem a oferecer é a melhor para ele. Aqui é a hora de abusar de materiais comparativos do seu serviço, cases de sucesso de clientes seus, calculadoras de retorno sobre investimento, entre outros. 
E aí, entendeu o funil comercial? Agora é a hora de pensar em como produzir materiais que vão atacar as dúvidas do seu potencial cliente em cada etapa. 
DEVER DE CASA: 
Pense no ciclo de vendas da sua empresa. Quais as dúvidas seu cliente tem em cada uma destas etapas?  Pense em: 
- Ideias de artigos para seu blog e posts de redes sociais que respondem as dúvidas do seu usuário no topo do funil;
- Uma ideia de um guia/ebook que ajude seu potencial cliente a considerar a compra do seu serviço/produto
- Uma ideia de um webinar/whitepaper/ebook que convença seu prospecto a fechar com você!  
Gostou? Tem dúvidas? Fale comigo. Pode mandar suas ideias que eu te darei algumas dicas para alavancar esta estratégia. Amanhã eu volto falando sobre como utilizar estes conteúdos no seu processo comercial! 
Keep blogging!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Tipos e formatos de conteúdo

Olá amigos, este é o postl #4 do nosso curso de marketing de conteúdo. Hoje vamos falar sobre os diversos tipos de conteúdo/formatos que você pode usar para compor sua estratégia! Na última lição, você aprendeu sobre pesquisa e como planejar personas para atingir com o seu conteúdo. Hoje vamos falar dos diversos tipos de conteúdo que existem, para você compor sua estratégia. 
Guias e tutoriais
Se você deseja atrair mais audiência e demonstrar sua expertise ou conhecimento sobre seu mercado, ou determinado assunto, desenvolver um guia e divulgá-lo na web pode ser a resposta. Utilize imagens, vídeos, ou artigos na criação de guias e tutoriais atraentes para sua audiência. Um exemplo legal é o nosso guia sobre guest blogging, e continuaremos publicando vários outros para que você consiga aumentar o alcance da sua marca.
Imagens e Infográficos atraentes
Imagens interessantes podem ser altamente virais. Desenvolva uma ilustração ou uma imagem com uma mensagem interessante e compartilhe com sua audiência.  Um tipo de imagem que já é conhecida pelos internautas e também faz parte de estratégias de Marketing de Conteúdo é o infográfico. Um infográfico matador oferece informações fáceis de serem assimiladas, distribuídas em um layout atraente e chama bastante atenção com seu apelo visual.
Seja com uma imagem ou infográfico, não se esqueça de utilizar as redes sociais para chamar a atenção de seus seguidores e conseguir novos. O Facebook e o Pinterest são ótimas plataformas de divulgação de imagens e infográficos.
Vídeos
Assim como as imagens, vídeos com conteúdo diverso podem fazer parte de uma estratégia matadora de marketing de conteúdo. Lembre-se que o Youtube é o segundo maior buscador do mundo, logo você estará abrindo portas para um público totalmente novo. Mas muito cuidado no desenvolvimento do vídeo e de sua estratégia, de acordo com um estudo realizado pelo Content Marketing Institute mais de 50% dos 200.000 vídeos corporativos analisados possuía menos de 1.000 visualizações, ou seja, o ROI está deixando a desejar.
Mas não basta criar um canal efetivo do YouTube, incorpore seus vídeos em blogposts e na home do seu site. 61 das 100 maiores marcas incorporam vídeos do YouTube videos em seus sites, de acordo com o Content Marketing Institute. Planeje e encontre espaço para o conteúdo em vídeo na sua estratégia de marketing de conteúdo.
Depoimentos
Uma empresa escrevendo sobre o que faz e seus pontos fortes é algo completamente esperado, mas usuários afirmando que esses produtos e serviços realmente funcionam são muito mais credíveis. Depoimentos satisfeitos são ótimos para convencer os clientes em potencial que você é realmente bom no que faz. Peça depoimentos de seus clientes e disponibilize-os em diferentes lugares, como em sua home, na mídia social ou em seu canal do YouTube.
Estudos de caso
Um estudo de caso vai muito além do poder dos depoimentos. Além de transmitir confiança aos seus clientes em potencial, o estudo de caso valida seu trabalho ao demonstrar exemplos reais de como seu produto ou serviço foi capaz de satisfazer as reais necessidades de seus clientes, ajudando-os a alcançarem os objetivos propostos (ou excedendo-os).
Newsletters
Uma boa base de assinantes da sua newsletter é um grande ativo para sua empresa. Além de divulgar novidades interessantes do seu negócio, uma newsletter também permite divulgar novos artigos ou qualquer tipo de conteúdo relevante que irá agradar seus seguidores.
E-books
Outro esforço que gera valor para empresa é a disponibilização de e-books. Escolha um tema que tenha relevância com seu mercado e comece a produzir conteúdo de qualidade para compor sua criação. Não foque na história da empresa, tente oferecer algo que ajudará pessoas a compreender a importância do que você faz.
Além do valor educativo que é extremamente importante, um e-book pode ajudar na coleta de emails para newsletters e também no engajamento, pois as pessoas adoram compartilhar. Caso disponibilize o e-book gratuitamente, uma boa estratégia pode ser implementar um sistema como o Pay with a Tweet (pague com um tweet), obrigando o compartilhamento nas redes sociais ou utilizando um formulário de coleta de dados para pegar emails das suas leads.
É isso aí, hoje você conheceu os principais formatos de conteúdo que pode usar para promover sua empresa. Vamos então a tarefa do dia!
DEVER DE CASA: 
Escolha os formatos que você deseja explorar. Pense em um título para cada um e como você vai promover este material para seus potenciais clientes. Que dúvidas esta peça de conteúdo irá solucionar? Ela está alinhada aos seus objetivos? 
Legal! Eu volto falando sobre como utilizar estes conteúdos no seu processo comercial! Enquanto isso, se estiver curtindo nosso curso de marketing de conteúdo envie por email para os seus amigos!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Como usar a ferramenta Google Trends para identificar o interesse do seu público


Você conhece o Google Trends? Como saber no que o seu público está interessado? Essa é uma questão fundamental que deve ser respondida. por todo mundo que levou sua empresa para o mundo digital. Se você ainda não sabe como fazer isso, não se preocupe! Hoje, você vai aprender a usar o Google Trends e descobrir como identificar o interesse do seu público.
Se você quer investir em um negócio na internet, ou se tem um produto que deseja vender pela internet, uma das primeiras coisas que você deve saber é que se seu site não for encontrado, as pessoas não saberão que ele existe e, consequentemente, não comprarão o seu produto ou serviço.
Quem já mantém um site ou blog sabe da importância de estar antenado com o que o público está procurando e faz o possível para levar informações que interessem e, principalmente, que são buscadas. Se você já tem um site e não sabe por que ele não tem muitas visitas, talvez você simplesmente não esteja produzindo o conteúdo que seu público está interessado em ler.

E como identificar os assuntos que interessam meu público?

Parece complicado, mas não é. Existem muitas ferramentas na internet que nos ajudam a descobrir os assuntos mais buscados pelos usuários e o volume de buscas das palavras-chaves que queremos usar. Hoje, você vai conhecer e aprender a usar o Google Trends.
O Google Trends é uma ferramenta que indica o volume de buscas por uma palavra-chave nas páginas do Google. Ele não mostra números específicos de impressões, mas permite comparações por períodos e regiões geográficas. Ou seja: é perfeito para quem tem dúvidas na hora de determinar as palavras e termos mais relevantes para desenvolver uma estratégia.
Não tem muito segredo para usar a ferramenta, basta digitar a palavra-chave que você deseja no campo da pesquisa. Claro, você pode ir refinando os resultados, caso queira ser mais específico. Veja a página inicial na imagem abaixo:

Uma vez que você digitou a palavra-chave, sua busca pode ser ainda mais filtrada, pois o Google Trends permite que a pesquisa seja segmentada em vários tópicos, como idioma, países, regiões e categorias. Essas categorias, por sua vez, são excelentes para definir nichos mais específicos, como viagens, artes e entretenimento, animais de estimação etc.
Claro, você não precisa buscar em categorias genéricas. Clique nas setas ao lado de cada categoria e selecione mais opções de filtragem.

Abaixo do gráfico principal, encontramos as tabelas com a divisão das pesquisas por localidade. Também vemos, um pouco abaixo, as informações sobre pesquisas relacionadas os tópicos das consultas e as buscas que estão crescendo no momento.


Outra vantagem do Google Trends é que você pode procurar por até 5 palavras-chave ao mesmo tempo, o que facilita as comparações e nos ajuda a escolher o que for mais vantajoso.

Como usar o Google Trends

A ferramenta pode ser usada para planejar campanhas de marketing, justificar termos chaves em ações na empresa, pensar termos de SEO e até iniciativas no Adwords.
Para ilustrar, veja esse exemplo: em uma pesquisa rápida, é possível constatar que o termo chocolate é mais buscado durante a páscoa e no dia dos namorados. Logo, isso justifica campanhas mais intensas nesses períodos. Esse, claro, é um exemplo óbvio, mas o Google Trends ajuda muito com palavras-chave que são mais difíceis de prever as épocas em que são mais buscados.
Além disso, se você segmenta sua busca por região, fica ainda mais fácil direcionar sua campanha. Se você quer fazer uma campanha de marketing de conteúdo, o Trends é muito útil, pois ajuda a verificar uma tendência e descobrir quais são as consultas crescentes, tornando possível casar o conteúdo com as necessidades do público.
Como você pôde perceber, o Google Trends é uma ótima ferramenta para os mais diversos tipos de campanhas de marketing. Se você gostou das dicas de hoje, fique no nosso blog para não perder as atualizações!
Até o próximo post!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

As 3 verdades para o sucesso – quanto antes você entender isso, melhor!


Já faz aproximadamente quatro anos que eu estou no mercado de empreendedorismo digital. Durante este tempo eu aprendi algumas coisas que considero essenciais para alcançar o sucesso neste mercado. Infelizmente, quando eu comecei, não havia ninguém para me falar a respeito dessas coisas. Por isso eu me frustrei muito antes de encontrar o melhor caminho para os meus objetivos.
Hoje eu quero compartilhar um pouco desta minha experiência e falar das três verdades ou princípios que você precisa conhecer para alcançar o sucesso. Quanto antes você entender isso, melhor!
Vamos a elas…

1) Nada acontece da noite para o dia.

Uma coisa interessante sobre as crianças é que elas não têm uma definição clara sobre o tempo, sendo assim elas não conseguem pensar nada além do agora. Se você fizer uma criança escolher entre ganhar um pirulito agora ou uma caixa de pirulitos amanhã, ela vai querer o pirulito agora. A nossa perspectiva de futuro vai aumentando a media que vamos amadurecendo, mas o que eu tenho visto é que não estamos melhorando tanto assim neste aspecto.
Você não vai conseguir ganhar dinheiro na internet da noite para o dia. Não existe uma formula mágica que você aplica hoje e ganha dinheiro amanhã. As coisas levam um tempo para acontecer e você precisa estar preparado para aceitar este tempo.
A primeira coisa que já vai consumir algumas semanas ou meses é o seu aprendizado. Existe uma curva de aprendizado que você precisa atravessar. O tempo que vai demorar para você aprender depende da sua dedicação, do seu conhecimento prévio sobre internet, e do tempo que você consegue dedicar a isso.
Não deixe que estas histórias de pessoas que ganharam 1 milhão em 24 horas iludam você. Elas se esquecem de contar que ficaram anos estudando e testando sem conseguir ganhar nada.
Não existe uma formula mágica para ganhar dinheiro na internet. É preciso trabalhar muito… O sucesso não vem da noite para o dia.

2) Você vai precisar investir dinheiro

Um grande problema de quem está começando neste mercado é o medo de investir. As pessoas estão procurando uma forma de ganhar dinheiro na internet sem ter que tirar um real do bolso. Eu tenho uma coisa pra te dizer… Não vá por este caminho.
Ao longo destes anos eu investi muito dinheiro em cursos, seminários, treinamentos, livros, etc. Se existe algo no qual vale a pena você investir é em conhecimento.
Mas ainda que você não queira investir seu dinheiro nisso. Talvez você tenha um amigo que sabe muito sobre o assunto e esteja disposto a te ensinar algumas coisas. Ainda assim você terá que investir dinheiro em seus projetos! Alguns exemplos de investimentos que você precisará fazer: registro de domínio, servidor de hospedagem para o seu site, designer para criar o site, serviços de email marketing, ferramentas online, divulgação, etc.
É possível ganhar dinheiro sem investir nada! Mas você vai ter que contar com a sorte ou trabalhar durante meses ou anos para fazer alguns trocados. Portanto, entenda que você precisará investir no seu negócio!
Por outro lado o grande risco é você investir o seu dinheiro de forma errada ou em coisas que você não precisa. A minha dica é para que você pesquise bastante antes de colocar o seu dinheiro em algo. Veja a opinião de outras pessoas a respeito daquilo que você está investindo.

3) Mantenha o foco.

Este é, na minha opinião, o maior responsável pelo fracasso daqueles que estão tentando ganhar dinheiro na internet. A falta de foco é um erro muito grave neste mercado, muitas vezes cometido até mesmo pelos mais experientes!
Existem centenas de blogs ensinando como ganhar dinheiro na internet. Cada um falando de suas técnicas inovadoras e seguras para conseguir resultados incríveis com pouco trabalho. Acontece que toda esta informação, ou pseudo-informação, é despejada sobre nós e muitas vezes nos deixam desorientados, sem saber o que fazer. O que acontece frequentemente é que largamos um projeto pela metade para tentar outro método que acabamos de conhecer e que é mais fácil e rápido. E após alguns dias, vamos largar este também, pois aprendemos outro ainda melhor. E por ai vai…
Comece a filtrar as fontes de informação de confiança. Não acredite em tudo o que você lê na internet sobre o assunto e não largue um projeto inacabado porque leu sobre outro que pode ser mais fácil. Tenha Foco! Comece algo e não pare até finalizar.
Não tem problema você ter vários projetos que te dão dinheiro na internet. O problema é querer fazer tudo de uma vez e no final não ter feito nada. Passe para o próximo, quando o que você está trabalhando agora estiver completamente implementado.
É isso ai pessoal. Estas são as três verdades que eu aprendi sobre este mercado. O quanto antes você entender e aplicar elas em sua vida, mais sucesso você alcançará!
Como tem sido sua experiência com relação a estas verdades? Deixe seu comentário mais abaixo!

terça-feira, 29 de julho de 2014

Os dois únicos motivos que fazem você comprar qualquer coisa


Por muito tempo estudei os grandes motivos que fazem as pessoas comprarem os produtos. Continue lendo e descubra o que eu aprendi.
Por Rafael Albertoni, especialista em copywriting e técnicas de persuasão

Imagine se você soubesse exatamente por que as pessoas compram e como criar nelas essa necessidade, esse desejo de comprar. O seu poder seria fora do comum!
Imagine se você pudesse vender qualquer coisa para qualquer um. É isso que você vai aprender agora. São dois os motivos que fazem as pessoas comprarem qualquer coisa.

O primeiro motivo é: para aliviar ou evitar uma dor


Pagar e frequentar uma academia evita a dor de estar acima do peso ou de não ser saudável. Comprar um terno evita a dor de se sentir fora do grupo, ou de se sentir mal vestido.
Adquirir um curso ou uma palestra evita a dor de não saber o que fazer, ou de ter que testar vários caminhos até conhecer o caminho certo que te dá resultado.
Tente, agora, olhar a sua volta e descobrir quais são as dores que te fizeram comprar os produtos que estão ao seu redor. Esse é um ótimo exercício para começar a compreender as técnicas de vendas: persuasão e copywrite.

O Segundo motivo é: para gerar ou aumentar o prazer


Nós estamos sempre em busca do Prazer. Sempre queremos melhorar a situação em que estamos.
Isso tem origem em nossos antepassados, milhares de anos atrás. Para sobreviver, nós descobrimos intuitivamente que sempre precisamos melhorar a nossa situação.
Morar em algum lugar melhor, com mais benefícios e facilidades. Participar de grupos de pessoas que se apoiam com o objetivo comum de sobreviver. Conseguir uma parceira ou um parceiro para se reproduzir.
Todas essas coisas aumentam nosso prazer e garantem a nossa sobrevivência e a sobrevivência dos nossos filhos. Dessa forma, nós aprendemos instintivamente que devemos buscar o prazer.
Muitas vezes o que você compra serve para os dois propósitos: para evitar uma dor e aumentar o seu prazer.

Esses dois motivos estão na base da psicologia do ser humano


Por milhares de anos tem sido assim e isso deve continuar por alguns milhares de anos à frente.
Uma das principais formas de usar esse Princípio da Dor e do Prazer no Empreendedorismo Digital é produzir títulos e headlines persuasivas.
Você precisa fazer as pessoas abrirem seus e-mails, clicarem nos seus Links e comprarem seus produtos. O seu Prospecto só abre o seu material e lê a sua comunicação se ele tiver um bom motivo para isso, se tiver um Título Persuasivo.
Essa semana, eu produzi um Livro Digital Grátis para orientar você a como Escrever Títulos persuasivos e poderosos, que tem o poder de fazer as pessoas clicarem nos seus links e comprarem seus produtos.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Como achar o seu nicho de mercado ideal (e dominá-lo completamente)


como achar seu nichoEntão você ouviu naquele happy hour quinta passada que é possível ganhar dinheiro online …
Não só isso, você também ouviu que há gente tirando uma bela de uma boa renda só pela internet. Talvez até mais do que você ganha no seu trabalho, que você precisa ir dia após dia, enfrentar trânsito e tudo mais.
Curioso você começa a ir atrás e pesquisar mais para saber como é essa tal história de se ter um negócio próprio na web e como você também pode fazer para trabalhar de casa vestindo pijamas.
Sim … Nada conseguirá lhe parar e você irá até o fundo do oceano se precisar em busca da sua resposta.
Então você começa a ler sobre otimização de sites, tráfego, Google Adsense, mídias sociais e de quebra aprende mais um monte de acrônimos que você ainda não tem muita certeza de como usá-los ou para que servem: SEO, SEM, HTML, CSS, CTR, CTA, CRO etc.
Aos poucos as coisas começam a fazer sentido, mas mesmo assim parece que falta algo.
Você até já tem um ou até mais sites, consegue trazer certo tráfego para ele, talvez até alguns cliques em anúncios, mas por algum motivo, parece que você simplesmente não consegue ganhar o suficiente para largar tudo e ir trabalhar na praia levando um laptop nas costas e chamando ele de escritório.
Soa familiar!?
É, eu também já passei por isso e levou um tempo até eu descobrir porque eu simplesmente não conseguia atingir os resultados que eu achava que deveria atingir.
Mas não tema caro amigo, eu estou aqui para ajudar!

Escolhendo o seu nicho

A resposta para grande parte dos seus problemas está no nicho que você está atuando e como você está posicionado dentro dele.
“Ahh não … Mais um daqueles artigos que falam um monte, mas nada prático …”
Não, calma. Acompanhe o raciocínio e garanto que ao final deste artigo você terá uma melhor visão de onde e como você deve atuar se quiser ganhar dinheiro pela internet.
Vou falar uma verdade que poucas pessoas admitem:
A maioria dos nichos são PÉSSIMOS para se trabalhar!!
Pronto! Falei.
Isso não significa que não se consegue lucrar com eles, mas as suas chances são bem menores e o potencial de lucro também.
Mas então, como fazemos para garantir que estamos atuando em um mercado não só interessante, mas que também apresente uma maior chance de lucro e crescimento!?
Simples.
Deixe eu lhe apresentar …

Os 4 Grande Mercados

quatro grandes mercadosVou lhe apresentar o que eu gosto de chamar dos 4 grande mercados que nada mais são que mercados altamente lucrativos com maior chance de lucro para o seu negócio.
Sim, eles apresentam uma maior concorrência pois, ao contrário do que minha mãe insiste em dizer, eu não sou o cara mais inteligente (e bonito!) a existir na face da terra.
Com certeza há muitas outras pessoas muito mais inteligentes que eu e também sabem da existência dos 4 grandes mercados.
Mas quais são afinal os 4 grandes mercados?
  • Quero dinheiro;
  • Quero transar;
  • Não quero morrer;
  • Hobbies caros.
Vamos analisá-los um por vez:

Quero dinheiro

O 1° dos grandes mercados envolve tudo o que for relacionado a dinheiro: empresas, bancos, seguros, cartões de crédito, etc.
Basicamente tudo o que envolver transações e movimentação de dinheiro, seja por simples transações monetárias ou por negócios realizados por empresas, há uma boa chance de ser um mercado lucrativo.
Tudo que envolver como ganhar dinheiro, como investir, como economizar, como apostar, etc., tudo isto,provavelmente, oferecerá uma boa chance de lucro.

Quero transar

No nosso 2° grande mercado é tudo que for envolver relações e sexo.
Neste caso então categorias que se encaixariam aqui seriam divórcios, casamentos, sexo, relações pessoais, xavecos e toda indústria de conselhos amorosos e assim vai.
Relações pessoais (e perpetuação da espécie) são necessidades que nós sempre tivemos e que muito provavelmente ainda vai demorar MUITO para desaparecer.
Até talvez pelo contrário: com o avanço da internet, Facebook e tudo mais, estamos cada vez mais conectados, mas ao mesmo tempo cada vez mais ansiosos e com conexão mais superficiais.

Não quero morrer

O 3° grande mercado lida com outra necessidade humana intrínseca: sobrevivência.
Dentro do mercado de “Não quero morrer” podemos incluir toda indústria de saúde e fitness como musculação, dietas, perda de peso, exercícios, esportes, etc.
Também incluso neste mercado estão combate a doenças, ervas medicinais e tudo aquilo que oferecer como solução para melhorar não só a qualidade de vida das pessoas, mas principalmente seu bem-estar físico.

Hobbies caros

O último 4° grande mercado se baseia em Hobbies que temos, mas que envolvem uma grande quantia de dinheiro.
Esportes como futebol e volley por exemplo não se encaixam bem aqui (mesmo com alguns preços absurdos de chuteiras e tudo mais).
Os hobbies caros que me refiro aqui são esportes como: golf, mergulho, paraquedismo, kitesurfing, wakeboard, windsurf, polo etc.
Todos estes esportes que geralmente requerem um equipamento um pouco mais avançado do que 2 havaianas cravadas na areia para servir como trava de gol, provavelmente envolvem e giram bastante dinheiro.
Não só são caros, mas provavelmente as pessoas que praticam estes esportes são completamente apaixonados pelo esporte que praticam pela simples quantidade de dinheiro investida para praticar o esporte.
O pensamento, mesmo que inconsciente, é mais ou menos assim: “Agora que eu já gastei tudo isso, melhor eu aproveitar!”

O que fazer agora?

Agora você já sabe quais são os grandes mercados, você deve estar se perguntando:
“Tá … mas como diabos eu vou dominar o mercado de golf!? Há lojas e sites gigantes atuando neste setor.”
Você não vai.
O que iremos fazer agora é dividir o nosso mercado em fatias menores para nos posicionarmos de maneira favorável.
O segredo está em combinar dois ou mais dos grandes mercados para acharmos o nosso nicho de atuação ideal.
Vamos a exemplos:

Combinando 2 dos grandes mercados

Combine 2 grandes mercados e a chance de você achar um nicho menor que você não só pode dominar completamente, mas como também terá uma chance muito maior de lucro irá aumentar.
Acompanhe os exemplos:

QUERO DINHEIRO + HOBBIES CAROS

“Artesanato Em Madeira: Como Se Divertir E Lucrar Com Seu Hobby”

QUERO DINHEIRO + QUERO TRANSAR

“Como Envelhecer Sem Perder O Conforto Com Sua Mulher” (Investimento Para Casais)

QUERO DINHEIRO + HOBBIES CAROS

“Como Ser Pago para Viajar e Conhecer o Mundo” (Mochileiros)

QUERO DINHEIRO + NÃO QUERO MORRER

“Como Garantir O Melhor Plano De Saúde Para Sua Família (Sem Precisar Ter Que Vender O Seu Rim Para Isso)”

Conclusão

Estes são apenas alguns exemplos que dei aqui para mostrar como você pode combinar mercados e achar algum para estabelecer o seu negócio.
Ao focar em mercados menores dentro de mercados altamente lucrativos, você aumenta suas chances de desenvolver um empreendimento de sucesso.
Agora basta você adaptar as estratégias aqui apresentadas para que você comece hoje mesmo a desenvolver o seu empreendimento.
Qualquer dúvida que tiver ou se quiser uma opinião sobre o seu site e nicho de atuação, não hesite em postar um comentário abaixo que eu vou ter o maior prazer em lhe ajudar.
Até, se puder por favor deixe um comentário abaixo falando do que você achou deste texto e qual sua opinião sobre o assunto!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O Google e seus 14 anos de existência!


Google e seus 14 anos de existência!


Imaginar a Internet sem o Google, nos dias atuais, é uma missão quase impossível. A empresa, que segundo dados recentes divulgados pela comScore é responsável por 98,7% das buscas realizadas no Brasil, fornece muitos outros produtos e serviços aos usuários (a maioria de forma gratuita), além do famoso sistema de pesquisas. Para comemorar os 14 anos da companhia completados nesta quinta-feira (27).


Doodle de aniversário do Google


A história do Google
Diferente de boa parte das empresas de tecnologia criadas nos Estados Unidos, o Google não nasceu em uma garagem. Larry Page e Sergey Brin se conheceram em 1995, quando Page visitava a universidade de Stanford e Brin foi o seu guia pelo campus. No ano seguinte, quando ambos eram estudantes de ciências da computação, iniciaram uma parceria para desenvolver o BackRub, mecanismo de pesquisa hospedado nos servidores da instituição, que acabou por consumir mais largura de banda do que os padrões de Stanford.
Em 1997, os estudantes decidem dar um novo nome ao mecanismo de pesquisa e, após algumas sugestões, optam chamá-lo de Google, um trocadilho com a palavra “googol”, termo utilizado na matemática para definir o dígito “1” seguido de 100 dígitos “0”. A escolha foi um reflexo da intenção de Page e Brin de organizar todas as informações da web.
Garagem que virou “sede” da empresa em 1998 (Foto: Reprodução/Lists of World)
No ano seguinte, após receberem um cheque no valor de US$ 100 mil (R$ 200 mil) do cofundador da Sun, Andy Bechtolsheim, em nome de Google Inc., empresa ainda não registrada, Page e Brin decidem mudar dos laboratórios de Stanford para a garagem de Susan Wojcicki, no endereço "232 Santa Margarita, Menlo Park, Califórnia". Em 4 de setembro, a dupla finalmente registra a empresa Google Inc. e, algum tempo depois, deposita o cheque doado por Bechtolsheim em uma conta bancária aberta em nome da empresa.
Em 1º de abril de 2000, o Google anuncia o MentalPlex, um sistema de pesquisa capaz de ler a mente dos usuários enquanto eles visualizam os resultados de pesquisa desejados. Neste momento, a empresa começa a participar do “dia da mentira”. Anualmente, em todo dia 1º do mês de abril, a companhia divulga inúmeros novos produtos e serviços, bem como novas funcionalidades aos que já existem, mas tudo não passa de uma grande brincadeira.
Ainda em 2000, o Google fecha uma parceria com o Yahoo! para tornar-se o provedor de pesquisa padrão do site. Além disso, a empresa anuncia ter conseguido indexar um bilhão de URLs, tornando-se, assim, o maior mecanismo de busca do mundo. No mesmo ano, a companhia anuncia o lançamento do AdWords, sistema de criação e gerenciamento de campanhas online já com 350 clientes.
Em 2001, o Google anuncia a nomeação de Eric Schmidt como presidente do conselho de diretores da empresa. No mesmo ano, são lançados o "Grupos do Google" e o recurso "Pesquisa de Imagens", que já contava com 250 milhões de imagens indexadas. Ainda em 2011, Eric Schmidt é nomeado CEO do Google e Page e Brin passam a ocupar os cargos de presidente de produtos e tecnologia, respectivamente. No final do ano, a empresa afirmar ter colocado três bilhões de URLs, triplicando, em apenas um ano, a base de informações disponíveis em seu sistema de pesquisa.
Erich Schmid, Larry Page e Sergey Brin posam para foto no carro autônomo do Google (Foto: Divulgação/Google)
Em 2003, o Google adquire a Pyra Labs e adiciona o Blogger ao seu leque de serviços. No ano seguinte, a empresa lança o Orkut, rede social que viria a ser a mais popular entre os usuários do Brasil e da Índia. Em 1º de abril de 2004, no dia da mentira, a companhia anuncia o Gmail, serviço de e-mail que oferecia 1 GB de espaço de armazenamento aos usuários, algo inimaginável para a época.
Ainda em 2004, contando com mais de 800 funcionários, a empresa se muda para o seu novo endereço, que atualmente é conhecido como "Googleplex" e fica localizado "1600 Amphitheatre Parkway, em Mountain View, Califórnia." No mesmo ano, ocorre a venda de quase 20 milhões em ações comuns de classe A em Wall Street, cujo valor inicial era de US$ 85 (R$ 173) por cada uma. No mesmo ano, o Google anuncia a aquisição da empresa de mapeamento digital Keyhole, cuja tecnologia se tornaria mais tarde o Google Earth. No final de 2004, a empresa anuncia já possuir oito bilhões de URLs indexadas em seu sistema de pesquisa.
No início de 2005, quando o serviço de "Pesquisa de Imagens" atingiu a marca de 1,1 bilhão de imagens indexadas, o Google anuncia o Google Maps. Em abril de 2005, a empresa adiciona o recurso "Histórico de pesquisa", que reúne todas as pesquisas realizadas pelos usuários no Google Search. A companhia anunciou, ainda, o iGoogle, uma opção que permitia que os internautas personalizassem a página inicial do Google com vários módulos de conteúdo disponíveis. No mesmo ano, a gigante das buscas anuncia uma versão mobile do Google Search e lança o Google Earth. Ainda em 2005, o Google lança a pesquisa personalizada que, baseada nas informações do "Histórico de pesquisa", pretendia retornar as pessoas os melhores resultados de acordo com as suas buscas anteriores.
Google Earth leva imagens de satélite e modelagens em 3D para o computador do usuário (Foto: Reprodução/Ricardo Fraga)
No mesmo ano, o Google anuncia o lançamento do Google Talk, serviço de comunicação instantânea que, mais tarde, viria a ser adicionado a vários serviços da empresa, como Gmail, Orkut e Google+. A empresa anunciou, também, o a opção Pesquisa Google de Blogs e o Google Reader, um dos mais famosos agregadores de feeds do mercado. Ainda em 2005, o Google anunciou o lançamento do Google Analytics e da abertura de seu primeiro escritório no Brasil, localizado na cidade de São Paulo. No mesmo ano, a companhia lança o Google Transit, alternativa adicional do Google Maps que exibe rotas de transporte público para os usuários, inicialmente disponível somente na cidade de Portland, Oregon. No final do ano, a primeira versão mobile do Gmail foi lançada nos Estados Unidos.

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Em 2006, o Google anunciou o Picasa, já disponível em mais de 25 idiomas. A empresa anunciou, também, a integração do Google Talk ao Gmail e a aquisição do Writely, aplicativo online de processamento de texto que serviria como base para o Google Docs. A empresa anunciou, também, o lançamento do Google Agenda e o Álbuns do Picasa, além do Google Checkout. No mesmo ano, a companhia anuncia o Google Apps, um pacote de apps online voltado para empresas que continha serviços como Gmail e Google Agenda personalizados para as empresas. Ainda em 2006, a gigante das buscas anuncia a aquisição do YouTube.
No ano seguinte, a empresa libera o Gmail para todos os usuários sem a necessidade de utilização de convites. Também houve o lançamento do Google Apps for Business, uma versão paga do Google Apps com recursos extras e suporte diferenciado, além do lançamento do Google Street View , serviço integrado ao Google Maps que exibe imagens em 360º. No mesmo ano, o Google Maps ganha destaque ao ser utilizado nativamente na primeira versão do iPhone, smartphone da Apple. A empresa anuncia, também, já ter um trilhão de URLs em seu mecanismo de pesquisa e que aproximadamente um bilhão de novas páginas são adicionadas diariamente. O Google lança oficialmente o seu primeiro navegador, o Google Chrome, após informações terem vazado antes do previsto. Em parceria com a T-Mobile, o Google anuncia o G1, o primeiro smartphone a conter o sistema operacional móvel Android embarcado.
Em 2009, o Google lança o Google Voice e anuncia o Google Ventures, fundo de capital de risco com o objetivo de usar os recursos da companhia para dar suporte e encorajar novas empresas de tecnologia com grande potencial. No mesmo ano, a gigante das buscas compra a reCAPTCHA, especializada no reconhecimento óptico de caracteres (OCR). O Google Maps ganha a navegação por GPS, incluindo visualizações em 3D e orientação por voz. No final do ano, o Google anuncia o sistema operacional de código aberto Chromium OS, além do lançamento do Google DNS e do encurtador de URLs goo.gl.
No ano seguinte, o Google lançou o Nexus One, seu mais novo smartphone rodando o sistema operacional móvel Android. A empresa anunciou, também, que o Google Docs passaria a suportar qualquer tipo de arquivo, até mesmo os executáveis. Tal novidade gerou uma grande especulação sobre o possível lançamento do Google Drive em breve, o que não ocorreu. A empresa também lançou o Google Buzz. Integrado ao Gmail, o novo recurso visava permitir uma maior interação entre os contatos do serviço de e-mail.
Ainda em 2010, o Google anunciou a aquisição do Picnik, serviço online de edição de imagens que, mais tarde, viria a ser integrado a outras ferramentas da empresa, como o Picasa. Na edição do evento para desenvolvedores Google I/O daquele ano, foi anunciado o Google TV, projeto de TV da companhia que tem uma versão customizada do Android embarcada. Ela também adquiriu a AdMob, firma de publicidade gráfica focada em dispositivos móveis, além da ITA, especializada na organização de dados de companhias aéreas e da Metaweb, empresa que detinha vários dados abertos de coisas do mundo. O Google lançou o Caffeine, seu novo sistema de indexação que prometia fornecer resultados 50% mais recentes para pesquisas na web.
No mesmo ano, a companhia anuncia a “Caixa de entrada prioritária” no Gmail e a disponibilização do Google Instant para os usuários e imagens do Brasil são liberadas no Google Street View. A empresa também anuncia que, a cada minuto, 35 horas de vídeo são enviadas ao YouTube. Além disso, o Google anunciou o Nexus S, smartphone fabricado pela Samsung e o primeiro a rodar a versão 2.3 Gingerbread do Android. Com o seu navegador Google Chrome alcançando a marca de 120 milhões de usuários, a firma lança a Chrome Web Store, loja de aplicativos para o navegador, além de anunciar o programa piloto de notebooks com Chrome OS.
Eric Schmidt (Foto:  )
Em 2011, Eric Schmidt deixa o posto de CEO e assume a Presidência Executiva da empresa, enquanto, em seu lugar, assume o cofundador Larry Page. Na edição do Google I/O daquele ano, a companhia anuncia o Google Music Beta e o começo das vendas dos Chromebooks. No meio do ano, a empresa anuncia o lançamento do Google+, seu mais novo serviço social e, com o seu lançamento, todos os produtos e serviços da empresa ganham uma nova cara. A empresa anuncia, também, a compra da Motorola Mobility. Em nova parceria com a Samsung, o Google revela o Galaxy Nexus, o primeiro smartphone projetado para o Android 4.0.
No começo de 2012, um dos maiores rumores envolvendo o Google se torna realidade. No final de abril, a empresa finalmente lança o Google Drive e aumenta o limite do antigo Google Docs para 5 GB de armazenamento gratuito. Juntamente com o anúncio, o Google disponibiliza um aplicativo para ser instalado nos computadores que permitiria a sincronia dos arquivos com a nuvem. Em seguida, foi a vez de smartphones e tablets (Android e iOS) ganharem seus apps para uma maior integração com o serviço.
Durante a edição do Google I/O realizada em 2012, a empresa anuncia alguns novos equipamentos, como o Nexus 7, um tablet de 7’’ fabricado pela Asus, e o Nexus Q, uma central multimídia desenvolvida pelo Google totalmente integrada aos gadgets equipados com Android. Ainda durante o evento, a companhia anuncia o Android 4.1, chamado de Jelly Bean, além de fazer uma demonstração ao vivo do Project Glass, os “óculos do futuro” que estão sendo desenvolvidos pela empresa.
Don’t be evil
O Google é conhecido pelo seu slogan “Don’t be evil” (“Não seja mau”, em Português). Mas, apesar de oferecer serviços de qualidade e totalmente gratuitos aos usuários, a empresa tem sido, cada vez mais, acusada de não ser tão boazinha assim.
Ao longo de seus 14 anos, o Google foi alvo de um incontável número de acusações, que vão desde o monopólio e invasão de privacidade até coleta ilegal de informações, o que acaba culminando em diversas investigações por parte de agência regulatórias e processos movidos por juízes ao redor do mundo. Um dos casos mais conhecidos fora do país envolve a coleta, sem a autorização dos usuários, de informações das redes Wi-Fi por onde os carros do Google Street View captavam imagens.
No Brasil, a empresa enfrentou dois processos emblemáticos. O primeiro envolveu a modelo e apresentadora Daniella Cicarelli sobre um vídeo hospedado no YouTube, no qual aparecia em momentos íntimos com o seu namorado no mar. O segundo caso abrangeu a apresentadora e cantora Xuxa, que requeria que o Google inibisse a exibição de qualquer resultado de busca que envolvesse o seu nome e os termos “pornografia” e “pedofilia”.
Mais recentemente, a empresa voltou a sofrer com a ação da Justiça brasileira ao não retirar vídeos do YouTube por determinação da Justiça Eleitoral. Pelo descumprimento das ações, a lei determinou a prisão dos diretores financeiro e geral da empresa no Brasil.
Apesar de o não cumprimento parecer algo errado, a empresa alega que sua prioridade é garantir o direito dos usuários e, a partir do momento que não julga procedente o pedido da Justiça, se nega a retirar o conteúdo alvo da ação do ar e recorre da decisão do magistrado. Caso a empresa não mude a sua postura e continue, segundo ela, lutando pelos direitos dos usuários, certamente veremos, cada dia mais, ações ameaçando retirar os serviços da empresa do ar, bem como ordens de prisão contra os seus diretores.
Ambiente de trabalho descontraído da sede do Google em São Paulo (Foto: Divulgação/Google)Ambiente de trabalho descontraído na sede do Google em São Paulo (Foto: Divulgação/Google)


Compras de empresas
Como ocorre em muitas empresas dos mais variados segmentos, o Google não é responsável pela idealização e criação de todos os seus produtos e serviços. Em muitos casos, a companhia compra firmas menores que tenham desenvolvido produtos interessantes ou tecnologias que, de alguma maneira, possam ser absorvidas pela gigante das buscas e incorporadas a outros serviços já existentes. Com um apetite voraz, o Google tem comprado cada vez mais pequenas empresas e startups, como ocorreu recentemente com a aquisição da Sparrow, desenvolvedora de um dos mais famosos clientes de e-mail para Mac e iPhone.
Apesar de muito benéfico para o Google e, na maioria das vezes, para os funcionários das empresas compradas, essas aquisições muitas vezes frustram os usuários dos produtos e serviços criados pelas companhias, uma vez que o Google nem sempre está de olho no produto final, mas, sim, na tecnologia desenvolvida pelas empresas. Assim sendo, em muitos casos, os serviços originais acabam sendo descontinuados e suas funcionalidades incorporadas a produtos já existentes, como foi o caso do Picknick, que acabou sendo incorporado ao Google+ e Picasa web.
Android
Talvez uma das melhores apostas do Google foi o sistema operacional para dispositivos móveis Android, que hoje é o líder do mercado móvel com uma grande folga em relação aos concorrentes. Tendo, como base, um projeto de código aberto que conta com a participação da comunidade de desenvolvedores, o sistema móvel ganhou destaque por permitir uma grande variedade de customizações e por vir embarcado em mais de uma centena de dispositivos diferentes, o que o permitiu abocanhar uma grande fatia de mercado e relativamente pouco tempo.
Com a sua grande participação e diversificação, a plataforma começou a sofrer com alguns problemas, como a falta de rigidez no controle da qualidade e segurança dos aplicativos disponibilizados na loja de apps, bem como com a falta de atualização para boa parte dos gadgets que contam com o OS embarcado. A grande fragmentação da plataforma, que pode ser vista por alguns como um ponto positivo para a popularização do sistema, acaba por impedir que muitos equipamentos novos recebam as versões mais recentes do sistema operacional mantido pela empresa.
O Futuro do Google (Foto: Reprodução)O Futuro do Google, seus serviços não param de crescer (Foto: Reprodução)




O futuro do Google
Em um mercado que vive se modificando e reinventando diariamente, é muito difícil prever qual será o futuro do Google ou de qualquer outra empresa. O que parece certo é que a empresa continuará focada na usabilidade e experiência que os usuários têm de seus produtos e serviços, sem deixar a inovação de fora dos seus objetivos.
O Android tem tudo para continuar liderando o mercado de smartphones com muita folga, bem como o Google Search dificilmente perderá a hegemonia que tem hoje. Ao mesmo tempo, é possível acreditar que a empresa continuará empenhada em integrar cada vez mais os seus produtos e serviços fazendo uso do Google+.
Independente da linha que o Google vier a seguir, uma coisa que todos os usuários devem esperar é que a empresa não perca o norte e continue oferecendo um leque de serviços online de qualidade com o objetivo de manter o que é oferecido sem nunca deixar de lado o seuslogan. Não seja mau, Google!