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quarta-feira, 4 de março de 2015

As 7 práticas que toda pequena empresa deveria ter

Atualizar o fluxo de caixa, gerenciar as vendas e motivar a equipe são algumas das inúmeras atividades que fazem parte do dia a dia de um empreendedor. Entretanto, muitos empresários ainda não conseguem adotar as práticas que todo negócio precisa para obter sucesso. 
Alessandro Saade, professor do Master em Empreendedorismo e Novos Negócios da Business School São Paulo (BSP), afirma que ter disciplina é indispensável para que o empreendedor possa ter os controles financeiros ou de vendas em ordem.

Para Guilherme Junqueira, gestor de projetos da ABStartups, independente do tamanho da empresa, todo empresário deveria dedicar um tempo para fazer uma boa gestão de pessoas.
“Conhecer o mercado e acompanhar o plano de negócio, não pode se acomodar”, é a recomendação de João Bonomo, professor de empreendedorismo do Ibmec/MG. Veja outras dicas dos especialistas para quem deseja ter a empresa "perfeita":
  1. Focar nas finanças

    Uma das principais dificuldades dos pequenos empresários é acompanhar as finanças do negócio. Para Saade, os controles diários auxiliam o empreendedor a enxergar de fato como a empresa está financeiramente.

    Entretanto, para manter as contas no azul é preciso dedicação e disciplina. “Tem que desenvolver o acompanhamento e fazer diariamente. Ficar em cima do ciclo financeiro, analisar o fluxo de caixa e anotar as saídas de caixa todos os dias”, ensina Bonomo.

     
  2. Estabelecer métricas para acompanhar as vendas

    Saber o quanto a sua empresa realmente vende é uma das maneiras de estabelecer as metas do mês ou do ano com propriedade. Para Bonomo, as métricas podem ajudar na tomada de decisões, na avaliação da equipe e no planejamento estratégico do negócio.

     
  3. Usar a tecnologia a seu favor

    Hoje, muitos softwares têm plataformas simples e com armazenamento em nuvem para facilitar a vida do dono de uma pequena empresa ou de startup. “Pode criar um fluxo que pode ajudar o empresário a tomar decisões com mais agilidade”, afirma Junqueira.

     
  4. Atualizar o plano de negócios

    O plano de negócios é um documento que deveria ser ajustado pelo empreendedor com frequência. “O plano de negócios é para ele entender o negócio, o que ele faz agora e quem são os seus clientes. Isso facilita um planejamento para o futuro caso aconteça alguma coisa”, aconselha Bonomo. “Tem que ter uma visão de longo prazo, olhar para o ambiente e avaliar a evolução dele”, completa Saade.

     
  5. Comunicar sempre com a equipe

    Alinhar as expectativas e comunicar com transparência com os funcionários deveria fazer parte da rotina de todo empreendedor. “As empresas não fazem isso, para muitas pessoas as coisas não estão muito claras. Elas acumulam funções e as áreas precisam estar bem definidas com funções bem definidas”, afirma Junqueira.

    “Quando você monta um negócio, você monta só pensando em você. Mas isso fica limitado na sua capacidade e as pessoas não sabem o que precisa ser feito”, explica Saade. Por isso, documentar as tarefas em processos pode ajudar nessa tarefa e evitar desentendimentos.

     
  6. Investir no marketing

    Distribuir panfletos, criar um site e investir em promoções são algumas ações de marketing que pequenos empresários adotam. Entretanto, não basta apenas investir. O acompanhamento das ações é essencial para mostrar se o investimento valeu a pena. “Tem muito empreendedor que não tem noção do que gastou e não tem noção se a ação deu certo”, afirma Junqueira.

     
  7. Buscar atualização constante

    Não existe zona de conforto para quem é dono de um negócio. “Não se acomode, estude tendências, observe seu concorrente, veja o que tem de novo e converse com seus clientes”, aconselha Bonomo.

    “O empreendedor e a equipe dele tem que estar sempre em evolução, pois o mercado muda. O que trouxe sua empresa até aqui não vai levar sua empresa para frente”, afirma Saade. Cursos online e gratuitos, palestras, workshops e livros podem ajudar nessa tarefa.


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como produzir conteúdo matador!

Voltei! E esse é o postl #6 do nosso curso de marketing de conteúdo. Hoje, vamos falar sobre como produzir conteúdo matador para sua empresa e assim conseguir mover seus potenciais clientes ao longo do funil! Por isso, separei algumas dicas, mas também um material bem completo sobre como produzir materiais de qualidade. Vamos às dicas:
1. Para conhecer seu público: 
  • Analise o que está sendo procurado na Internet: através de ferramentas como o Google Keyword Tool (grátis) ou o SEMrush (pago), é possível ver o que está sendo buscado na Internet e se ter uma ideia do que interessa seu público.
  • Leia o que eles leem: os leitores que você está buscando provavelmente já consomem conteúdo em algum outro lugar. Descubra e acompanhe quais são seus “concorrentes”, descubra o que é o mais atraente no trabalho deles e use isso a seu favor. Em marketing isso é chamado de benchmarking! 
  • Acompanhe suas próprias métricas: se você já está gerando conteúdo meça religiosamente tudo que necessita ser medido e use esses dados como base para gerar novas ideias de artigos e melhorar seus artigos atuais.
2. Para atrair o interesse do leitor
  • Use adjetivos fenomenais: Eles fazem com que o texto pareça intrigante e incentiva o leitor a clicar para conseguir descobrir o que é será essa novidade. Imagine palavras como: “controverso”, “fenomenal”, “chocante”, “impressionante”.
    Exemplo: "Descubra uma maneira chocante de fazer com que as pessoas leiam seus artigos! "
  • Desperte a curiosidade: Criar um suspense em seu título é uma maneira interessante de chamar a atenção do leitor para que ele venha a acessar seu texto. O segredo é conseguir fornecer informações o suficientes para chamar a atenção, mas não o suficiente para entregar todo o conteúdo no título e evitar que o leitor clique.
    Exemplo: “Você não irá acreditar nos título que conseguirá escrever com essa nova técnica”
  • Crie senso de urgência: Para fazer com que o leitor se sinta mais inclinado a clicar naquele momento, você tem que apelar para a urgência, oferecendo um benefício que é mais valioso o quanto antes ele for conhecido.
    Exemplo: “Pare de perder visitas com essas 5 dicas para escrever títulos matadores”. Este título passa a ideia de que a cada minuto em que o leitor não usar as 5 dicas, estará perdendo visitas, gerando, assim, um sentimento de urgência.
Estas foram algumas dicas legais para você conseguir produzir conteúdo matador. No dever de casa, você encontrará muito conhecimento, mas ele também vai demandar bastante do seu tempo! 
DEVER DE CASA: 
Hoje, o trabalho é mais complexo. Você vai produzir um artigo usando algumas das dicas acima.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Como utilizar conteúdo ao longo do seu funil de vendas?

Olá amigos, este é o postl #5 do nosso curso de marketing de conteúdo. Ontem falamos dos diversos tipos de conteúdo existentes. Hoje, vamos falar sobre como utilizar este conteúdo para tornar seu processo de vendas mais eficiente e assim reduzir o trabalho que seu time comercial tem no dia a dia da empresa. Veja a imagem abaixo:
Este é o funil de vendas da sua empresa. Nos primeiros estágios, o cliente ainda tem dúvidas e ainda não despertou seu interesse pelo seu produto serviço. Hoje, cada vez mais o marketing de conteúdo permite que o time de vendas possa ser ativado mais abaixo no funil, tornando o processo comercial mais automatizado, barato e eficiente. O papel do conteúdo é de ajudar a mover seu time cada vez mais abaixo no funil. Então, vamos dissecar as diferentes etapas do funil comercial.
Topo do funil:
No topo do seu funil comercial, o potencial cliente ainda não está no processo de busca de soluções para nenhum problema, ou seja, ainda está longe de se tornar um cliente. O objetivo do topo do funil é atrair a atenção para a descoberta do problema e levar o público para dentro do processo de venda. O conteúdo para topo de funil deve levar em conta que o leitor não possui nenhum relacionamento com sua marca, logo deve ser um conteúdo de acesso amplo (exemplo: blog posts) que irá ajudar o possível cliente entender que o problema existe e que existem soluções.
Meio de funil:
O meio do funil é o momento em que um potencial cliente já reconhece seu problema e passa a possuir uma necessidade/problema e estão procurando por soluções. Nesse momento já é possível criar uma barreira maior para o consumo do conteúdo, como um formulário  que peça nome, empresa, cargo, entre outros para já ter mais informações sobre seu prospecto comercial. 
Fundo de funil:
A parte inferior do funil é onde a mágica acontece! Nesse ponto o lead já está considerando adquirir seu produto ou serviço e está atrás de informações que irão ajudá-lo a tomar essa decisão. Dependendo do seu mercado, do valor do seu produto ou do tipo de serviço que você oferece, o time de vendas pode ou não participar ativamente dessa etapa. Materiais de fundo de funil ainda devem ser informativos, mas já são abertamente focados na sua empresa ou produto, de maneira a tornar o público mais confiante de que a solução que você tem a oferecer é a melhor para ele. Aqui é a hora de abusar de materiais comparativos do seu serviço, cases de sucesso de clientes seus, calculadoras de retorno sobre investimento, entre outros. 
E aí, entendeu o funil comercial? Agora é a hora de pensar em como produzir materiais que vão atacar as dúvidas do seu potencial cliente em cada etapa. 
DEVER DE CASA: 
Pense no ciclo de vendas da sua empresa. Quais as dúvidas seu cliente tem em cada uma destas etapas?  Pense em: 
- Ideias de artigos para seu blog e posts de redes sociais que respondem as dúvidas do seu usuário no topo do funil;
- Uma ideia de um guia/ebook que ajude seu potencial cliente a considerar a compra do seu serviço/produto
- Uma ideia de um webinar/whitepaper/ebook que convença seu prospecto a fechar com você!  
Gostou? Tem dúvidas? Fale comigo. Pode mandar suas ideias que eu te darei algumas dicas para alavancar esta estratégia. Amanhã eu volto falando sobre como utilizar estes conteúdos no seu processo comercial! 
Keep blogging!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Tipos e formatos de conteúdo

Olá amigos, este é o postl #4 do nosso curso de marketing de conteúdo. Hoje vamos falar sobre os diversos tipos de conteúdo/formatos que você pode usar para compor sua estratégia! Na última lição, você aprendeu sobre pesquisa e como planejar personas para atingir com o seu conteúdo. Hoje vamos falar dos diversos tipos de conteúdo que existem, para você compor sua estratégia. 
Guias e tutoriais
Se você deseja atrair mais audiência e demonstrar sua expertise ou conhecimento sobre seu mercado, ou determinado assunto, desenvolver um guia e divulgá-lo na web pode ser a resposta. Utilize imagens, vídeos, ou artigos na criação de guias e tutoriais atraentes para sua audiência. Um exemplo legal é o nosso guia sobre guest blogging, e continuaremos publicando vários outros para que você consiga aumentar o alcance da sua marca.
Imagens e Infográficos atraentes
Imagens interessantes podem ser altamente virais. Desenvolva uma ilustração ou uma imagem com uma mensagem interessante e compartilhe com sua audiência.  Um tipo de imagem que já é conhecida pelos internautas e também faz parte de estratégias de Marketing de Conteúdo é o infográfico. Um infográfico matador oferece informações fáceis de serem assimiladas, distribuídas em um layout atraente e chama bastante atenção com seu apelo visual.
Seja com uma imagem ou infográfico, não se esqueça de utilizar as redes sociais para chamar a atenção de seus seguidores e conseguir novos. O Facebook e o Pinterest são ótimas plataformas de divulgação de imagens e infográficos.
Vídeos
Assim como as imagens, vídeos com conteúdo diverso podem fazer parte de uma estratégia matadora de marketing de conteúdo. Lembre-se que o Youtube é o segundo maior buscador do mundo, logo você estará abrindo portas para um público totalmente novo. Mas muito cuidado no desenvolvimento do vídeo e de sua estratégia, de acordo com um estudo realizado pelo Content Marketing Institute mais de 50% dos 200.000 vídeos corporativos analisados possuía menos de 1.000 visualizações, ou seja, o ROI está deixando a desejar.
Mas não basta criar um canal efetivo do YouTube, incorpore seus vídeos em blogposts e na home do seu site. 61 das 100 maiores marcas incorporam vídeos do YouTube videos em seus sites, de acordo com o Content Marketing Institute. Planeje e encontre espaço para o conteúdo em vídeo na sua estratégia de marketing de conteúdo.
Depoimentos
Uma empresa escrevendo sobre o que faz e seus pontos fortes é algo completamente esperado, mas usuários afirmando que esses produtos e serviços realmente funcionam são muito mais credíveis. Depoimentos satisfeitos são ótimos para convencer os clientes em potencial que você é realmente bom no que faz. Peça depoimentos de seus clientes e disponibilize-os em diferentes lugares, como em sua home, na mídia social ou em seu canal do YouTube.
Estudos de caso
Um estudo de caso vai muito além do poder dos depoimentos. Além de transmitir confiança aos seus clientes em potencial, o estudo de caso valida seu trabalho ao demonstrar exemplos reais de como seu produto ou serviço foi capaz de satisfazer as reais necessidades de seus clientes, ajudando-os a alcançarem os objetivos propostos (ou excedendo-os).
Newsletters
Uma boa base de assinantes da sua newsletter é um grande ativo para sua empresa. Além de divulgar novidades interessantes do seu negócio, uma newsletter também permite divulgar novos artigos ou qualquer tipo de conteúdo relevante que irá agradar seus seguidores.
E-books
Outro esforço que gera valor para empresa é a disponibilização de e-books. Escolha um tema que tenha relevância com seu mercado e comece a produzir conteúdo de qualidade para compor sua criação. Não foque na história da empresa, tente oferecer algo que ajudará pessoas a compreender a importância do que você faz.
Além do valor educativo que é extremamente importante, um e-book pode ajudar na coleta de emails para newsletters e também no engajamento, pois as pessoas adoram compartilhar. Caso disponibilize o e-book gratuitamente, uma boa estratégia pode ser implementar um sistema como o Pay with a Tweet (pague com um tweet), obrigando o compartilhamento nas redes sociais ou utilizando um formulário de coleta de dados para pegar emails das suas leads.
É isso aí, hoje você conheceu os principais formatos de conteúdo que pode usar para promover sua empresa. Vamos então a tarefa do dia!
DEVER DE CASA: 
Escolha os formatos que você deseja explorar. Pense em um título para cada um e como você vai promover este material para seus potenciais clientes. Que dúvidas esta peça de conteúdo irá solucionar? Ela está alinhada aos seus objetivos? 
Legal! Eu volto falando sobre como utilizar estes conteúdos no seu processo comercial! Enquanto isso, se estiver curtindo nosso curso de marketing de conteúdo envie por email para os seus amigos!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

3 dicas para criar seu negócio online e não fazer dívidas



Você acredita que só será plenamente feliz no trabalho quando tiver seu próprio negócio? Então, confira 3 dicas para criar um negócio online sem se endividar e realizar o seu sonho empreendedor.
Para você, talvez ter o próprio negócio não significa apenas ter uma boa fonte de renda e independência financeira. Significa também correr atrás dos sonhos, ter realização profissional. Mas o que segurou você de trilhar esse caminho até agora?
Talvez tenha sido a falta de dinheiro para investir, um mercado consumidor pequeno, concorrência muito alta etc. Hoje em dia, no entanto, a internet traz a oportunidade de você começar um negócio online do zero, com pouco dinheiro e sem fazer dívidas astronômicas, que é justamente o que assusta a maioria das pessoas que desejam empreender.
Claro, ainda que um negócio online não demande grandes quantias para iniciar e fazer muito sucesso, a jornada árdua pela qual todos os empreendedores precisam passar é a mesma. Mas, claro, se você tem o empreendedorismo na veia, deve saber que um negócio online ou não depende muito mais da inteligência, perseverança e dedicação do que de grandes somas de dinheiro.
Mas, claro, se você sabe muito pouco sobre como criar um negócio online, preparamos 3 dicas que vão te ajudar a andar no caminho certo e, melhor ainda, não se endividar.

Não há nada como ter um negócio online

A primeira vantagem do negócio online em relação ao físico já começa pelo fato de que o ambiente online fica disponível 24h e o cliente não precisa se deslocar para consumir o seu produto ou serviço.
Esses são alguns dos motivos que mais fazem com que os empreendedores queiram investir em um negócio online. Além disso, os custos para abrir e manter um negócio na internet são consideravelmente menores do que os necessários para abrir um negócio físico. E, claro, as perspectivas de crescimento aqui no Brasil são simplesmente gigantescas. Então, se você está em dúvida se é um bom negócio investir no empreendedorismo online, talvez essas vantagens citadas acima tenham lhe ajudado a decidir.
E, se você quer saber a melhor forma de começar um negócio online, confira as 3 dicas que preparamos!

1. Mantenha seu emprego atual

Parece estranho dizer isso, mas, se você está planejando começar qualquer negócio, principalmente um online, você pode usar o seu tempo livre para começar a desenvolver seus produtos e fazer seu planejamento.
Não precisa sair do seu emprego atual para fazer isso, principalmente se você tem contas fixas a pagar, como carro, aluguel e contas fixas. Claro, você terá de trabalhar muito mais e terá bem menos tempo para dedicar ao lazer e à sua família, mas essa é uma situação temporária.
Assim que o seu negócio começar a decolar, você pode começar a se desligar gradualmente do seu emprego. Se possível, você pode fazer a transição de funcionário de tempo integral para consultor, ou trabalhar apenas meio período. Claro, em determinado momento, quando as coisas estiverem realmente sólidas, você terá de sair da empresa onde trabalha para se dedicar inteiramente ao seu negócio, mas essa é uma mudança gradual.
Além disso, se você tem o salário garantido no fim do mês, você pode cobrir alguns custos iniciais, que por mais que não sejam muitos e que você não precise pagar na hora, não deixam de ser custos.
O bacana de começar um negócio online é que você pode usar a versão “trial”, durante um certo período, da maior parte dos softwares de que precisa, então, se você conseguir extrair o melhor dessas ferramentas, você já conseguirá fazer algum dinheiro antes mesmo de precisar aderir à versão paga, o que irá cobrir boa parte, ou até mesmo todos os custos que você terá com ferramentas no início.
Claro, as coisas na internet não são de graça, mas manter o seu negócio online demanda um custo consideravelmente menor e, consequentemente, um lucro muito mais rápido e maior.

2. Teste suas ideias


Nada melhor do que ter segurança do que se está fazendo. Em qualquer tipo de negócio, o planejamento, a pesquisa e a preparação são de vital importância e podem ser a diferença entre o sucesso e o fracasso.
Então, antes de mais nada, é essencial testar suas ideias para ter certeza de que elas são, de fato, viáveis. Uma dica é fazer uma pesquisa de opinião com seus potenciais clientes e saber o que eles esperam do produto que você está desenvolvendo, o quanto estariam dispostas a pagar por ele etc. Caso você esteja desenvolvendo um infoproduto, como um ebook, um treinamento ou vídeo aulas, você também pode enviar a introdução ou o primeiro capítulo para pessoas que se interessariam pelo seu produto e pedir um feedback.
Tenha cuidado, porém, com as pessoas que são intimamente ligadas à você, como amigos próximos, cônjuge, pais, irmãos etc. Caso vá enviar essa amostra para eles, certifique-se de que eles não saibam, pelo menos no início de que se trata do seu produto. Isso porque a avaliação deles pode acabar ficando um pouco tendenciosa e você pode acabar deixando passar alguns erros.

3. Divulgue!



A melhor forma de ser conhecido é divulgando o seu negócio. Se você não for encontrado, as pessoas jamais comprarão o seu produto, pois não lhe conhecem. Isso, claro, significa um lucro menor e uma grande probabilidade de não cobrir os custos iniciais.

Claro, você não precisa ter grandes quantias para anunciar na TV. A vantagem do negócio digital é que você pode investir muito pouco e ter um bom retorno com campanhas nas redes sociais. Crie uma conta no Facebook, no Twitter e onde mais você quiser e crie conteúdo de qualidade para divulgar lá. Você também pode criar um blog e publicar conteúdo original e de qualidade com assuntos relacionado ao seu produto e usar as redes sociais para divulgá-los. Não esqueça, claro, de investir em SEO e usar as ferramentas que o Google disponibiliza para encontrar as palavras-chave de acordo com o que o seu público pesquisa.

quarta-feira, 20 de março de 2013

A influência dos blogs sobre o consumidor


Os blogs ganham cada vez mais importância, sendo hoje uma das mais importantes fontes de informações sobre produtos e serviços. E o melhor, são feitos por consumidores para consumidores, ganhando com isso mais relevância que qualquer site corporativo.
Quer saber como ser capaz de influenciar os potenciais clientes e clientes?
De acordo com o Relatório 2013 Digital Influence da Technorati (tomada por Patricia Redsicker em um artigo intitulado Blogs Outrank Social Networks for Consumer Influence: New Research e traduzido por mim neste post), “os consumidores estão se voltando para blogs quando tentam fazer uma compra”.

techonratiomediareport

Aqui estão os seis pontos mais interessantes do relatório:

1. Blogs influenciam as decisões de compra dos consumidores

O estudo descobriu que os blogs são o terceiro maior influente do mundo digital (31,1%), quando se trata de fazer compras, por trás do site de varejo (56%) e sites de marca(34%).
De acordo com os consumidores entrevistados, os blogs têm maior influência do que o Twitter para desenvolver os seus próprios pontos de vista e mais do que o Facebook quando se trata de razões para uma decisão de compra.

onlineservices

Porque o blog é tão influente? Porque os blogueiros tendem a ser basicamente honestos e sinceros quando falam sobre um produto ou um serviço. Eles falam sobre os aspectos positivos como os negativos, e assim se tornam uma fonte de informação que pode ser confiável. As ações de orientação de confiança e, portanto, os consumidores olham para o blogueiro antes de comprar.
Você pode ter ouvido recentemente que Robert Scoble (blogueiro muito influente em tecnologia) anunciou que mudou para o Android, porque em sua opinião “a Apple caiu”. Scoble tem uma influência considerável na indústria, por isso vai ser interessante ver como os consumidores (especialmente os tecnológicos) vão responder a sua jogada.

2. Os consumidores dizem que as comunidades menores são mais influentes


Mais da metade dos entrevistados concordaram que a comunidade menor tem uma maior influência sobre um determinado assunto do que as maiores.
O valor real de uma comunidade on-line são as ideias, discutir, compartilhar informações e aprender uns com os outros. Raramente, o valor está relacionado com o tamanho da comunidade.

influence

Se os consumidores têm entendido, o mesmo não pode ser dito da marca, com foco na comunidade enorme (por vezes em detrimento da experiência do usuário).
Os comerciantes são orientados para o Blogstar para tentar apoiar a marca, esperando que essa estratégia vá ajudar a mensagem a ser viral, e propagação no interior da comunidade.
O problema é que esta técnica não conduz sempre a resultados desejados. Isso porque, se é verdade que a confiança leva à ação, não é verdade que a popularidade se traduz automaticamente em confiança. Pode ser mais eficaz apontar para um blogueiro menos popular, pois ele ganhou na influência, confiança em sua pequena comunidade.

3. Marcas confiam no Facebook para influenciar os consumidores


Embora as marcas digam que só gastam 10% do seu orçamento em mídia sociais, o Facebook aparece como a plataforma preferida, com 57% dos votos.
Facebook é o lugar onde as pessoas de todo o mundo se reúnem, e os comerciantes sabem da importância de ter uma presença bem sucedida dentro desta plataforma.

digitalbreakdown

As marcas não estão apenas interessadas nas várias formas de publicidade do Facebook. Querem ver atividade crescente em suas páginas, conversas e o engajamento. A chave é influenciar os consumidores através de compartilhamento de conteúdo que geram interações (como e os comentários), e depois conseguir mais fãs.

4. O blogging influência para si

Segundo a pesquisa, 86% são influenciadores. Destes, 88% blogam para si mesmos, a maioria dos formadores de opinião (59%) não produzem muito conteúdo fora dos blogs.

blogcontent

Temos visto que a confiança é a moeda que determina a influência, e que os consumidores estão procurando “amigos digitais confiáveis” para conselhos sobre o que comprar e onde fazê-lo. É por isso que os blogueiros que oferecem este tipo de conselho são influentes porque os consumidores confiam neles.
Se você quer crescer a sua influência, a chave é se tornar uma fonte confiável de informação para o seu nicho. Oferecer conteúdo interessante e de valor, e através da amplificação social. As pessoas vão ouvi-lo e você vai se tornar um ponto de referência em sua área específica.

5. Influenciadores e marcas medindo o sucesso de maneiras diferentes


Quando se trata de medir o sucesso de uma campanha, influenciadores e marcas a veem de forma diferente. A marca viu o sucesso como uma das principais atividades no Facebook, Twitter e seus sites, enquanto os influenciadores exibem as métricas em seu blog ou site.

socialmetrics

A razão pela qual o influenciador concentra tanto no blog é porque a sua prioridade é trazer a perspectiva de um site onde o “fator confiança” encontra a sua expressão máxima. Para eles, o sucesso é medido pelo número de pessoas que leem o seu conteúdo.
Você também pode atrair a confiança publicando conteúdo de alta qualidade em seu blog, e fornecendo chamadas à ação para sugerir às pessoas que comprem oportunidade.

6. Marcas e os influenciadores têm um ponto de vista diferente sobre o conceito de “influência”


As marcas estão sempre procurando as “pessoas certas” na mídia social. Acreditam que um influenciador eficaz é capaz de desencadear uma boca adaptada para aumentar a visibilidade da marca e guiar a ação do consumidor.
Pessoalmente, duvido que eu fosse comer uma barra de chocolate cada vez que eu sentir fome, só porque Aretha Franklin, Liza Minnelli fizeram uma propaganda.

O problema é como definir a influência da marca. O relatório diz que as marcas usam Technorati, comScore ou Nielsen para identificar influenciadores, embora essas métricas nãosão representadas com precisão. E, entretanto, há em torno dos “reais” influenciadores ,pessoas a quem os consumidores confiam e contam com elas para o conselho, e criam uma avalanche de bom conteúdo em seus blogs.
Se você é um comerciante tentando entrar em contato com um influenciador, lembre-se que ter um monte de seguidores no social não lhe dá a influência, mas simplesmente público.
Os Influenciadores da pesquisa  têm laços estreitos com a sua comunidade, ou blogueiros que são relevantes para a marca, mesmo que eles não são universalmente populares.

Resumindo


Em suma, o relatório do Technorati mostra a ligação entre o blog e a comunidade, dentro do qual nasceu e se desenvolveu a influência.
Há um monte de coisas que você pode aprender com os melhores formadores de opinião, como o tipo de conteúdo a ser publicado, ou como o Blogstar pode ganhar dinheiro online. Portanto, uma leitura atenta do relatório é recomenda  para encontrar muitas outras ideias interessantes.
Ps: Pra quem acha que o Blog corporativo está morto, sugiro que você reveja a sua opinião sobre o assunto.